Resumo:

  • A inteligência artificial (IA) é uma tendência consolidada no mercado corporativo.
  • Ela pode ser usada para acelerar a pesquisa e a capacidade de inovação nas organizações.
  • A IA pode ser aplicada para encontrar respostas em grandes quantidades de dados, processar a informação e extrair valor dela.
  • Empresas como a SENNO estão desenvolvendo aplicativos com uma inteligência artificial proprietária.

A Inteligência Artificial (IA) está presente em nossas vidas, desde playlists automáticas de músicas, publicidade altamente segmentada ou em assistentes virtuais como a Alexa, da Amazon, ou o Google Assistente.

No mercado corporativo, a IA não é mais uma tendência e sim um conceito consolidado. De acordo com o Fórum Econômico Mundial, em 2025 cerca de 52% do trabalho poderá ser realizado por robôs.

Um report da consultoria em gerenciamento A.T. Kearney corrobora e mostra que as três tendências que os CIOs estão olhando neste exato momento são demonstrar o valor das iniciativas digitais, mudar de plataformas legadas e mostrar o impacto da IA ​​nas empresas. 

Mas você sabia que a inteligência artificial pode ser usada para acelerar a sua pesquisa e a capacidade de inovação em uma organização?

Por meio de ferramentas de processamento de linguagem natural (PLN), a inteligência artificial consegue procurar, relacionar e interpretar dados em uma escala que os humanos não conseguem. 

Vale lembrar que de acordo com a IDC e da Seagate, cerca 55% dos dados do mundo foram criados nos últimos três anos. Os dados globais totalizaram 33 zetabytes em 2018 e serão 175 ZB em 2025. 

Se empresas e indivíduos geram um volume cada vez maior de dados, a inteligência artificial é a maneira mais fácil de encontrar respostas dentro dessa quantidade exponencial de dados, processar a informação e conseguir extrair valor dela.

O aplicativo de gestão de ideias da SENNO conta com uma funcionalidade exclusiva, o Signals, onde a nossa IA analisa milhões de artigos em banco de dados de artigos científicos, patentes, relatórios técnicos e notícias.

O objetivo é facilitar que o usuário encontre conhecimentos que possam ser úteis no desenvolvimento da sua inovação, criando assim conexões que muitas vezes não seriam possíveis mesmo para as melhores equipes. 

À medida que mais informações estão sendo ingestadas e nossos algoritmos melhorem, o aplicativo SENNO conseguirá gerar a ideia de maneira automática, para que a sua empresa inove em maior velocidade.

Resumo automáticos de artigos

A SENNO não está sozinha nesta jornada de inovação.

Um time de cientistas do Massachusetts Institute of Technology (MIT) desenvolveu uma rede neural que consegue ler artigos científicos e fazer um resumo simples em uma ou duas frases. 

“Essa rede neural pode ser útil para editores, escritores e cientistas que desejam escanear um número grande de artigos e ter uma noção preliminar do que se trata cada paper. A abordagem do MIT também poderia ter aplicações em outras áreas, como tradução automática e reconhecimento de voz”, escreve o jornalista David Chandler ao site TechExplore.

Outra iniciativa neste sentido é da Iris.ai. De acordo com a revista Época Negócios, a companhia usa a tecnologia de processamento de linguagem natural para analisar 30 milhões de papers científicos e patentes, permitindo que o usuário encontre a informação correta e os conceitos-chaves daqueles textos. 

“Pesquisadores levam em média três semanas somente para construir uma lista de leitura, que tem uma confiabilidade autodeclarada de 70%. Com a nossa tecnologia, é possível diminuir este tempo em até 90%, ter uma precisão de 85%, e ainda melhorar a organização dos documentos internos de P&D”, afirma o site da Iris.ai

Ir além das palavras-chave

Lançado em 2015, o Semantic Scholar também combina o processamento de linguagem natural e aprendizagem de máquina para extrair significado e identificar conexões a partir de papers científicos.

A iniciativa é da Allen Institute for AI, organização sem fins lucrativos criada pelo cofundador da Microsoft Paul Allen, morto em 2018. A base de dados conta com 180 milhões de artigos, além de posts de blogs, notícias e vídeos. Cerca de 7 milhões de pessoas já usaram o aplicativo. 

O gerente geral do Instituto Allen, Doug Raymond, disse ao Venture Beat que “a pesquisa científica deve usar a inteligência artificial para entender os artigos científicos e permitir que os pesquisadores vão além das palavras-chave para encontrar a informação certa”.

Conclusão

A inteligência artificial é a tecnologia do momento para entender o contexto de milhares de artigos em poucos segundos.

Quando ela analisa e interpreta bases de dados gigantescas, permite que um pesquisador tenha mais insights, obtenha acesso a mais informação e de melhor qualidade, aumente a eficiência do time e consiga se dedicar mais tempo para gerar inovação.

Buscar a excelência não é um destino.

Trata-se de um processo feito de ações e escolhas.

Se um pesquisador parar de seguir as boas práticas, pode perder tempo e dinheiro. Ter um aplicativo como o SENNO vai auxiliar ele a se manter no caminho correto.

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